Reforma tributária: IBS e CBS
Medimos o impacto da reforma sobre a sua empresa e preparamos a transição: formação de preços, contratos, fornecedores, sistemas e aproveitamento de créditos.
O que muda
A reforma tributária substitui cinco tributos sobre o consumo por um modelo de IVA dual: a CBS, federal, no lugar do PIS, da COFINS e, em grande parte, do IPI; e o IBS, de estados e municípios, no lugar do ICMS e do ISS. Um Imposto Seletivo incide sobre produtos específicos.
A lógica também muda: os novos tributos são cobrados "por fora" do preço, com crédito amplo sobre o que a empresa adquire e cobrança no destino. Isso altera margens, preços, a escolha de fornecedores e o equilíbrio de contratos já assinados.
A transição é gradual e começa em 2026, com a convivência entre o sistema atual e o novo por alguns anos. Quem se prepara antes decide com calma; quem espera, ajusta preços e contratos às pressas.
Pontos de atenção
Onde a reforma costuma pesar mais nas empresas.
Formação de preços
Com o tributo destacado fora do preço e uma nova lógica de créditos, a margem de cada produto ou serviço precisa ser recalculada.
Contratos de longo prazo
Contratos firmados no sistema atual podem ficar desequilibrados e precisar de cláusulas de revisão.
Cadeia de fornecedores
O crédito que a empresa aproveita passa a depender do regime de cada fornecedor — o que pode mudar quem vale a pena contratar.
Empresas do Simples Nacional
Será preciso decidir se vale recolher IBS e CBS pelo regime regular para transferir mais crédito aos clientes.
Sistemas e documentos fiscais
Notas fiscais, cadastros e sistemas de gestão precisam se adaptar aos novos campos e regras.
Como conduzimos
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1
Diagnóstico de impacto
Simulamos a carga tributária atual e a futura por produto, serviço e operação, com os números reais da empresa.
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2
Plano de transição
Definimos o que ajustar em preços, contratos, fornecedores e sistemas, e em que ordem.
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3
Implementação
Apoiamos a execução das mudanças junto às áreas da empresa e aos fornecedores de sistema.
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4
Acompanhamento
Seguimos a regulamentação, que ainda está em evolução, e avisamos quando algo afeta a sua empresa.
O que precisamos de você
Para simular o impacto com precisão.
- Faturamento e custos por produto ou serviço, com as classificações fiscais
- Relação dos principais fornecedores e o regime de tributação de cada um
- Contratos de longo prazo com clientes e fornecedores
- Informações sobre margens e política de preços
- Dados do sistema de gestão e de emissão de notas fiscais
Perguntas frequentes
Quando a reforma começa a valer?
A transição começa em 2026 e é gradual: por alguns anos, os tributos atuais e os novos convivem, até a substituição completa. Os efeitos financeiros mais relevantes chegam nos primeiros anos da transição, por isso a preparação deve começar agora.
Minha empresa vai pagar mais ou menos imposto?
Depende do setor, das margens e da cadeia de fornecedores e clientes. Só uma simulação com os números da empresa responde com segurança.
Sou do Simples Nacional. Muda alguma coisa?
O Simples continua existindo, mas clientes que são empresas podem passar a preferir fornecedores que geram mais crédito. Avaliamos se compensa recolher IBS e CBS pelo regime regular.
A regulamentação já está definida?
A base legal está aprovada, mas parte das regras ainda depende de regulamentação. Acompanhamos as publicações e atualizamos as análises dos clientes.
Como são cobrados os honorários?
Conforme o escopo — do diagnóstico de impacto ao acompanhamento da transição —, definido em proposta antes do início.
Vamos medir o impacto da reforma na sua empresa.
Uma primeira conversa, sem compromisso, para entender o negócio e indicar por onde começar a preparação.
Outras áreas de atuação
Planejamento tributário Recuperação de créditos tributários Transação tributária Contabilidade Ver todos os serviços