Planejamento tributário
Analisamos o regime de tributação e a estrutura das operações para definir, dentro da lei, a forma menos onerosa de conduzir o negócio — e revisamos sempre que a empresa ou a legislação mudam.
O que é
Duas empresas com o mesmo faturamento podem pagar valores muito diferentes de tributos. A diferença costuma estar no regime de tributação escolhido — Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real —, na forma como as atividades estão organizadas e em como os resultados chegam aos sócios.
O planejamento tributário compara esses caminhos com os números reais da empresa e indica o mais vantajoso, sempre dentro da lei e com propósito negocial. Não se trata de deixar de pagar o que é devido, e sim de não pagar além do necessário.
Como a opção pelo regime é feita, em regra, no início de cada ano e vale para o ano inteiro, o momento da análise importa: decisões tomadas tarde só produzem efeito no ano seguinte.
Quando costuma fazer sentido
Momentos em que rever a estrutura tributária tende a trazer resultado.
A empresa cresceu ou mudou de patamar
Mudanças de faturamento, margem ou folha alteram qual regime é o mais econômico — o que era vantajoso há dois anos pode não ser mais.
Antes da virada do ano
É o período de decidir o regime do ano seguinte com base em projeções, e não depois que a escolha já foi feita.
Novos negócios, filiais ou linhas de produto
A forma de organizar uma nova operação define a carga tributária dela desde o primeiro mês.
Empresas de serviços no Simples Nacional
Regras como o Fator R, que relaciona folha e faturamento, podem mudar o anexo de tributação e a alíquota efetiva.
Reforma tributária
A transição para o IBS e a CBS muda a lógica de créditos e preços e exige revisar a estrutura atual com antecedência.
Como conduzimos
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1
Diagnóstico
Entendemos as operações, o regime atual, a folha, as margens e os planos da empresa para os próximos anos.
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2
Simulação
Modelamos os cenários possíveis com os números reais e comparamos a carga tributária de cada um.
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3
Recomendação
Apresentamos o caminho indicado, a economia estimada, os riscos e o que precisa ser feito para implementá-lo.
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4
Acompanhamento
Revisamos o planejamento sempre que a empresa ou a legislação mudam, e a cada novo exercício.
O que precisamos de você
Informações que permitem simular com os números reais da empresa.
- Demonstrações contábeis recentes: balanço e demonstração de resultado
- Faturamento dos últimos 12 meses, por atividade, produto ou serviço
- Resumo da folha de pagamento e da remuneração dos sócios
- Contrato social e estrutura societária atual
- Planos e projeções para os próximos anos, quando houver
Perguntas frequentes
Planejamento tributário é legal?
Sim. A lei permite escolher, entre as alternativas que ela própria oferece, a menos onerosa. Trabalhamos apenas com estruturas que têm propósito negocial e que conseguimos sustentar tecnicamente.
Qual é a melhor época para fazer?
Para a escolha do regime, os últimos meses do ano, antes da opção do exercício seguinte. Para mudanças de estrutura, o quanto antes — de preferência antes de abrir uma nova operação.
Serve para empresas pequenas?
Sim. No Simples Nacional, por exemplo, a comparação com o Lucro Presumido e o enquadramento correto da atividade costumam fazer diferença relevante.
Com que frequência o planejamento deve ser revisto?
Ao menos uma vez por ano e sempre que houver mudança relevante no negócio ou na legislação — como agora, com a reforma tributária.
Como são cobrados os honorários?
Conforme o escopo do trabalho, definido em proposta antes do início.
Vamos simular os cenários da sua empresa.
Uma primeira conversa, sem compromisso, para entender o negócio e indicar se há espaço para reduzir a carga tributária.
Outras áreas de atuação
Recuperação de créditos tributários Transação tributária Reforma tributária Contabilidade Ver todos os serviços